Todas as coisas que vivemos e que presenciamos em nossos cotidianos nos mostram claramente que somos veículo de evolução...cruel?...talvez, mas é assim. nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos; Por quê iríamos morrer se fosse de outra forma?...simplesmente é o Anarquismo...o Universo é anárquico...a natureza é anárquica...não tenho dúvidas...Autogestão e Solidariedade: o futuro.
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domingo, 12 de outubro de 2014
POÇÔES
quinta-feira, 22 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
De onde vim?...Por quê vim?...Para quê vim?...Para onde vou?
Os seres vivos (homens, plantas, fungos, vírus, bactérias, etc.) nascem, crescem reproduzem e morrem. Uma coisa está bem clara: viemos para este mundo para transferir os gens...o que permanece são os nossos gens, o motivo para sermos, é, claramente, esse. (Gilmar Bonorino)
domingo, 27 de abril de 2014
A Liberdade e o Ridículo
quarta-feira, 9 de abril de 2014
AMOR
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O amor de verdade, não necessita sustentação;
sustenta-se por si só...
é auto-suficiente porque não precisa receber nada em troca, e é interminável porque é autêntico, solidário, bom...
porque é o próprio ser na sua plenitude...
o amor que é finito e que, para sustentar-se precisa de algo mais, é outro sentimento qualquer,
menos amor.
(Gilmar Bonorino)
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
A DISTÂNCIA É COMO O VENTO....APAGA O FOGO PEQUENO E INCENDEIA AQUELES GRANDES!
Recuerdo que nuestro discurso fue interrumpido
por una sirena que corría lejana, quien sabe donde.
Yo tuve miedo, porque siempre cuando oigo este sonido
Pienso en alguna cosa grave,
y no me daba cuenta que para mi y para tí
no podía suceder nada mas grave que nuestro adios
Nos miramos, hubiéramos querido permanecer abrazados y...
en cambio con una sonrisa te acompañé por la misma calle
te besé como siempre y te dije dulcemente:
la distancia sabes, es como el viento
apaga el fuego pequeño, pero enciende aquellos grandes
por una sirena que corría lejana, quien sabe donde.
Yo tuve miedo, porque siempre cuando oigo este sonido
Pienso en alguna cosa grave,
y no me daba cuenta que para mi y para tí
no podía suceder nada mas grave que nuestro adios
Nos miramos, hubiéramos querido permanecer abrazados y...
en cambio con una sonrisa te acompañé por la misma calle
te besé como siempre y te dije dulcemente:
la distancia sabes, es como el viento
apaga el fuego pequeño, pero enciende aquellos grandes
domingo, 12 de janeiro de 2014
História da Música Itaquiense - (pelo que me toca)
Lembra disso, Antonio Saraiva?...alguns "historiadores" dos movimentos culturais de Itaqui não historiaram direito. Foi em 1980. Em 1979 começamos a nos reunir em embaixo de um Umbu, na Davi Canabarro, ao lado do antigo Bel Forma, um grupo de amigos com violões (O Nêne Belmonte, o Nêgo Sandro, o Gerson Tiquéro, o Chico Belmonte, o Paulo Chôco, o Antônio Saraiva e eu)...estávamos na época da ditadura militar, era proibido manifestações "estranhas à normalidade"....mas nós, desafiadoramente, saíamos dali, à pé, para fazermos serenatas...de vez em quando percebíamos que estávamos sendo monitorados pelo carro da polícia...as primeiras serestas durante o último periodo da ditadura fomos nós que recomeçamos (Serestas com Rock and Roll). As pessoas, sabendo que nos encontrávamos no Umbu, iam lá e nos pediam para dar uma serenata específica para suas namoradas. Como consequência desse movimento, criamos também, a primeira manifestação cultural: a MOSTRA DE MÚSICA LIVRE, no final da ditadura, cujo cartaz promocional foi esse mostrado nas fotos acima. Depois (1983) foi criado um festival de música popular chamado FIMPO (Festival Itaquiense de Música Popular) pelo Fernando Sanchotene da Breed, onde participamos eu e o Antônio - Fiz uma música chamada "Folhas Verdes", que o Antônio Saraiva defendeu no festival e tiramos o 2º lugar (o 1º lugar foi para S. Borja). Obs.: (depois disso ingressamos - o Antônio e eu - no circuito de festivais nativistas com outras conquistas) História não é brincadeira....se não se faz direito, comete-se injustíças.
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